Venha trabalhar com a nossa equipe na Squadra Tecnologia
A Squadra está abrindo vagas para o seu Programa de Estágio, nas as áreas de Desenvolvimento de Software, Testes, Qualidade e Análise de Requisitos.
Para participar, os candidatos deverão seguir as seguintes instruções:
1 – Preencher o questionário seletivo no link www.squadra.com.br (Trabalhe Conosco)
2 – Após preencher o questionário, caso as características do candidato se enquadrem ao processo, ele será chamado para uma Avaliação Técnica de Lógica, Java, teste de SW e testes psicológicos.
3 – Em sequência, haverá uma entrevista comportamental e gerencial.
4 – Para finalizar, os candidatos finais farão um mini-curso de 16 horas, com caráter eliminatório.
Não serão aceitos currículos enviados diretamente ao RH. O processo será todo gerenciado pelo site, por isso é imprescindível que o candidato envie o formulário pelo link indicado nas instruções.
Em caso de dúvidas, envie um e-mail para rh4@squadra.com.br, ou entre em contato com a Fernanda Duarte ou Cynthia Fonseca, ramal 7812.
Link direto: http://www.squadra.com.br/squadra/menu/formularios/sel_estagio.html
Boa sorte
Deadlock Immunity, também conhecido como Dimmunix, faz com que sistemas uma vez atingidos por um padrão de defeito, desenvolvam a capacidade de evitar ocorrências futuras desse padrão de defeito através do registro de sua assinatura. Ao longo do tempo, programas com um sistema tão “imune” podem aumentar progressivamente a sua resistência aos bloqueios.
“O Dimmunix pode ser comparado ao sistema imunológico humano. Uma vez que o corpo é infectado, seu sistema imunológico desenvolve anticorpos. Posteriormente, ao deparar com o mesmo patógeno, o corpo o reconhece e sabe como combater eficientemente o problema”, explicou George Candea, diretor do Laboratório de Sistemas Confiáveis, onde a ferramenta foi criada.
O Dimmunix fornece a capacidade de um software evitar recorrência de defeitos através de um padrão identificado em cada falha, que é armazenado numa base de dados e comparada durante as novas execuções. Quando um padrão semelhante é identificado, o sistema trabalha de forma a evitar que o defeito ocorra novamente. Com o passar do tempo, o sistema consegue determinar com facilidade o momento em que o defeito pode ocorrer e evitar os problemas resultantes dessa falha.
Ao que parece, o Dimmunix consegue evitar somente deadlocks ou “congelamentos”, o famoso “software travando”, mas já é um bom começo para criar sistemas inteligente que conseguem recuperar-se de falhas com menos interferência humana.
Segundo os autores do artigo, com o Dimmunix um Browser, “aprende” a evitar o congelamento verificado na primeira vez que ocorreu um bug associado a um plug-in . Além de browsers, o estudo está avançando para SGDBs como o SQLite e o MySQL.
Imagine em um futuro não muito distante, sistemas com a capacidade de diagnosticar suas falhas para outros sistemas que tem a capacidade de corrigi-las. Parece um pouco de loucura, mas IA (Inteligência artificial) é uma das áreas da computação que mais avança e com ótimas perspectivas para o futuro.
Bem utópica essa novidade né? De qualquer forma, esse projeto suíço me chamou muito a atenção, e vou acompanhar as pesquisas. Qualquer novidade comento aqui no blog, afinal de contas, tratando-se de testadores, sendo eles humanos ou não, temos que estar por dentro
O código fonte está disponível em C/C++ e Java, e pode ser baixado assim como toda a documentação e pesquisa realizadas. Para downloads e outras informações:
http://dslab.epfl.ch/proj/dimmunix
Bons testes
Ok, ok, sou péssimo para trocadilhos, mas o “teste é ouro” faz sentido sim.
Para quem acha que testador ganha pouco, imagine ganhar mais de dois mil e duzentos reais por bug. Nesse contexto, encontrar 10 bugs em um dia pode equivaler a um carro zero Km.
É isso que foi divulgado pelo Google no blog oficial do Google Chrome na última semana. O navegador oficial do Google está pagando entre 500 e 1337 dólares por bug.
Não precisa mencionar, mas o Google é conhecido no mundo inteiro como uma referencia de qualidade pelos seus softwares instantâneos, intuitivos, inteligentes, confortáveis, “sem bugs” e sempre com um visual sofisticado e inovador. Não é por menos que a maioria dos profissionais de software explicitam sua vontade de trabalhar para o Google.
Numa tentativa de criar um sistema cada vez mais próximos do “zarro bogs”, o Google Chrome abriu desafio para a comunidade de desenvolvedores e testadores. Para cada bug encontrado, será pago, em qualquer lugar do mundo, uma quantia que pode variar de 500,00 dólares a 1337,00 dólares. A variação será baseada no nível do bug. Quanto mais crítico, maior a recompensa.
Claro que estou empolgado com essa novidade. Para quem acompanha meu blog, sabe que eu já encontrei um problema no Google Chrome e publiquei no post “Defeito no GMail causa falha no FireFox e no Chrome“, e se depender de mim, vamos achar muitos novos bugs no meu navegador preferido.
Claro que nem todo bug faz parte dessa investida por qualidade. Ela é restrita a defeitos do Chromium ou Google Chrome, especialmente de segurança e excluindo defeitos de sistemas operacionais e de add-ons de terceiros.
Para saber mais sobre essa novidade tentadora basta acessar o blog oficial no link abaixo, onde podem ser conferidas as regras e detalhes dessa oportunidade:
http://google-chrome-browser.com/find-bug-google-chrome-earn-500-1337
Porquê 1337 dólares? Conheça o 1337 ou l33t (Leet Speak):
http://en.wikipedia.org/wiki/Leet
Bons testes
A UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) abriu no final do ano passado o edital para o curso de Especialização em Engenharia de Software, que estou cursando atualmente e comentei no post “Pós-Graduação “Lato Sensu” Engenharia de Software 2010“. Nessa semana foi aberto o edital do curso de Especialização em Análise de sistemas, com uma ótima novidade: Nova grade de disciplinas.
A nova grade oferece aos alunos uma visão mais focada na arquitetura do software e dos negócios do software, uma disciplina focada em sistemas de informação e todas as matérias são focadas em tecnologias do mercado como Java.
Como comentado no post anterior, essa é minha recomendação de pós-graduação para analistas, programadores e potenciais arquitetos de software
.

“O objetivo desta ênfase é capacitar os profissionais atuantes na área de Informática a desenvolver sistemas com utilização dos modernos recursos computacionais, especialmente a Internet, de forma que sejam disponibilizados conhecimentos e informações, necessários à tomada de decisão em uma empresa.
O profissional formado pelo curso deverá ser capaz de, conhecendo a realidade de sua empresa, participar do processo de desenvolvimento de sistemas de informação, em especial no levantamento dos requisitos do
sistema, considerando os aspectos técnicos, organizacionais e pessoais envolvidos.”
Grade do curso:
Produtividade e Novas Tecnologias
Sistemas de Informação – Teoria e Prática
Projeto, Arquitetura, Estratégia de Negócios Eletrônicos
Metodologias de Análise de Sistema
Projeto de Interfaces de Usuário
Laboratório de Sistemas na Web
Ambientes de Programação
Programação Modular
Estruturas de Dados Fundamentais
Sistemas de Banco de Dados
Redes de Computadores e Internet
Engenharia de Produtos de Software
Para mais informações sobre o curso acessar o link abaixo:
Análise de sistemas UFMG 2010
A Universidade Federal de Minas Gerais, melhor universidade de Minas Gerais e melhor ciência da computação do país, abre nessa semana o edital oficial para o Curso de Pós-Graduação em Ciência da computação (Lato Sensu) com ênfase em Engenharia de Software, que “tem por objetivo o aprimoramento da qualificação profissional de pessoal de nível superior que atua na área de desenvolvimento e gestão de projetos de software.”
Estou na metade do curso e posso confirmar a qualidade oferecida pela UFMG.
Na turma 15 (atual) estamos trabalhando com a metodologia Praxis, na versão 3.0 , desenvolvida pelo Dr. Wilson de Pádua Filho, professor do DCC (Departamento de Ciência da Computação) e do próprio curso de engenharia de software, e a linguagem de programação Java.
O curso requer um forte trabalho em equipe, vasta pesquisa acadêmica, profundo conhecimento em Java e RUP, além de muita força de vontade, paciência e determinação, para passar noites e fins de semana estudando e preparando trabalhos práticos, onde simulamos um projeto em suas diversas fases, com prazos, custo, mudanças de requisitos, gerência de configuração e etc., tudo seguindo o processo Praxis 3.0 apresentado no livro Engenharia de Software – Fundamentos, Métodos e Padrões do Wilson de Pádua Filho, ferramentas da IBM e da Eclipse Foundation e conhecimentos adquiridos no próprio curso.
O curso tem duração de aproximadamente um ano e dois meses (incluindo a monografia), contemplando a seguinte grade:
Ambientes de Programação – Uma visão geral sobre linguagens de programação e compiladores.
Programação Modular – Apresentação dos princípios de programação, padrões de projetos e programação.
Estruturas de Dados Fundamentais – Análise de algoritmos e estudo das estruturas de dados e suas aplicações.
Sistemas de Banco de Dados – Modelagem e análise, álgebra relacional, SQL, SGBD.
Engenharia de Produtos de Software I – Estudo de Engenharia de Software e Aplicação do processo Praxis.
Engenharia de Produtos de Software II - Estudo de Engenharia de Software e Aplicação do processo Praxis.
Engenharia de Usabilidade: Produtos -
Gestão de Projetos de Software I - Gestão de Projetos e Aplicação do processo Praxis.
Gestão de Projetos de Software II – Gestão de Projetos e Aplicação do processo Praxis.
Engenharia de Usabilidade: Processo -
Desenvolvimento de Pesquisa e Projetos de Informática I – Desenvolvimento da monografia.
Desenvolvimento de Pesquisa e Projetos de Informática II – Desenvolvimento da monografia.
Tópicos em Engenharia de Software I – Estudo de engenharia de software, ferramentas e técnicas.
Tópicos em Engenharia de Software II – Estudo de engenharia de software, ferramentas e técnicas.
Todos os professores são doutores, com vasta experiência e muita didática. Os laboratórios e bibliotecas são as do Departamento de Ciência da Computação da UFMG.
É importante ressaltar que o curso oferece uma grade (apresentada acima) para profissionais que trabalhem em todas as disciplinas da engenharia de software e não somente com programação. Na verdade, acredito que profissionais desenvolvedores/programadores devem procurar outros cursos, como o Análise de Sistemas da UFMG ou Arquitetura de Software do IGTI. O curso, apesar de cobrar muito, oferece pouco aprendizado em programação, focando em processos.
Para engenheiros de processos, analistas de requisitos, analistas de teste, analistas de sistemas entre outros, o curso é muito interessante.
Para mais informações: http://dcc.ufmg.br/especializacao/cei/EngSoft/engSoft_apresentacao.html
Uma ótima opção
O Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software (SBQS) é um evento anual da Comissão Especial de Engenharia de Software da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e do Comitê do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade em Software (PBQP-SW) . O evento tem como objetivo reunir pesquisadores, profissionais, empresários, professores e estudantes de diversas áreas, interessados em questões relativas à qualidade de software. O Simpósio também favorece o intercâmbio de informações entre pesquisadores nacionais e estrangeiros de renome, e entre indústria e usuários, sobre o estado atual e tendências, em termos de métodos, técnicas, ferramentas de software e experiências práticas da área de Qualidade de Software.
Em 2010, o IX SBQS será realizado pela primeira vez na Região Norte, coordenado pela UFPA – Universidade Federal do Pará e pela UFAM – Universidade Federal do Amazonas. O evento ocorrerá em Belém, Estado do Pará, no Centro de Convenções da Amazônia – HANGAR. Com uma área total de 63.000 metros quadrados e 24.000 de área construída totalmente integrada ao ambiente amazônico, o Hangar é equipado com recursos de alta tecnologia e preparado para receber grandes eventos, como feiras, congressos, convenções, encontros, seminários, simpósios e exposições. A programação do SBQS’2010 conta com:
Mais informações: http://www.ufpa.br/sbqs2010/
Publicação original em: http://www.bstqb.org.br/?q=node/57
Em março de 2010 o Brasil sediará o encontro do Conselho do ISTQB (International Software Qualifications Board). Esse encontro contará com a presença dos Conselhos nacionais de cada país, onde o ISTQB é representado. Estarão presentes diversos nomes de destaque da área de testes de software, colocando o Brasil em foco. Será na cidade do Rio de Janeiro, no dia 19 de março. Essa é a primeira oportunidade do Brasil em sediar esse evento internacional, tendo disputado essa oportunidade com outros países.
Em conjunto com a reunião do ISTQB, teremos um evento aberto em São Paulo, com duração de dois dias e será voltado a área testes, contando com a participação ativa do Conselho brasileiro BSTQB. Esse evento terá a junção do público nacional e internacional, trazendo discussões atuais e relevantes sobre o tema ao nosso mercado. Diversos participantes do encontro do ISTQB estarão presentes nesse congresso, trazendo uma oportunidade única para o mercado brasileiro. Dados sobre esse evento serão divulgados pelo BSTQB.
O ISTQB é um Conselho internacional formado em 2002 e composto por representantes de mais de 40 países, os denominados conselhos membros. O número de Conselhos membros tem crescido a cada ano, demonstrando a importância e a abrangência do Conselho internacional. Esse Conselho é dedicado à disciplina de testes de software, e promove o profissionalismo na área através de um programa de certificações profissionais. O BSTQB é o Conselho membro brasileiro, formado em 2006 e com crescente aderência dos profissionais à suas atividades. Atualmente são mais de 120.000 certificados ISTQB no mundo, e mais de 500 certificados no Brasil, sendo a maior certificadora em testes de software no Brasil e no mundo. O ISTQB e seus Conselhos membros são entidades sem fins lucrativos. Essa estrutura traz transparência para suas ações, justificando seu sucesso e reconhecimento no mercado.
Três vezes ao ano, o ISTQB reúne seus membros dos Conselhos em uma reunião, o General Assembly Meeting, com diversas metas:
- Divulgação do status do programa de certificação;
- Tomada de decisões em relação a atividades do Conselho;
- Realização de votações relativas ao Conselho diretor; corpo de conhecimento, grupos de trabalhos, entre outros,
- Discussão e votação em relação à entrada de novos Conselhos membros.
Essa reunião tem uma grande importância para o encaminhamento das atividades do Conselho internacional. Também é de grande importância para o país que a sedia, visto que muitos nomes de destaque da área comparecem, contribuem com a comunidade, além de ser uma oportunidade de negócios e contatos.
Por Mário Pereira
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) elevou de R$ 1 bilhão para R$ 5 bilhões o orçamento do seu Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (Prosoft), que desde sua criação conta com a parceria da SOFTEX. O programa é voltado ao financiamento de empresas de tecnologia da informação e operações de capital de risco.
O aumento é resultado do crescimento da demanda por projetos de investimento na área de informática e tecnologia da informação. Somente no período janeiro a julho deste ano, a carteira de projetos em análise no BNDES Prosoft já totaliza R$ 1,4 bilhão. Esse volume de recursos corresponde à metade da carteira de projetos do Prosoft no acumulado dos três últimos anos, até julho de 2009, que é da ordem de R$ 2,8 bilhões.
Maurício Neves, chefe do Departamento de Indústria Eletrônica do BNDES, destaca que o Prosoft, além de impulsionar o desenvolvimento de pequenas e médias empresas brasileiras de TI, também contribui decisivamente para a melhoria do processo de gestão.
Para Carlos Alberto Leitão, gerente de funding da SOFTEX, “esse aumento de recursos reflete diretamente uma maior visibilidade do programa, que também passou a interessar o universo das grandes empresas”. De acordo com Carlos Alberto, a SOFTEX, como parceira desta iniciativa, tem tido extremo cuidado em apoiar as empresas para a elaboração do seu pedido de crédito. “Queremos que o programa continue contribuindo de forma decisiva não só para uma maior produtividade e competitividade do setor brasileiro de TI, como amplie a sua atuação como um importante fator para a geração de empregos e para o aumento de nossas exportações”.
Ao longo de todo o ano passado, a SOFTEX atendeu a mais de 100 empresas interessadas em acessar o Prosoft e encaminhou para avaliação final do banco um total de 35 planos de negócios que, juntos, pleitearam um total de R$ 1,2 bilhão em recursos.
“Com a reformulação ocorrida em 2007, a natureza do apoio prestado pela SOFTEX às companhias nacionais, antes centrado somente no Prosoft-Empresa foi ampliado, pois começamos a trabalhar também com o Prosoft-Exportação e o Prosoft-Comercialização”, destaca Arnaldo Bacha, vice-presidente executivo da SOFTEX. Dessa forma, acrescenta Bacha, a SOFTEX passou a orientar também o encaminhamento de planos de negócios de grandes empresas e a trabalhar com operações mais complexas, muitas delas envolvendo processos de fusões e aquisições. Um exemplo foi o caso da fusão Totvus e Datasul.
O BNDES Prosoft foi criado em 1999, tem prazo de vigência até 31 de julho de 2012 e é importante ferramenta da Política de Desenvolvimento Produtivo do Governo Federal.
Um dia. Uma causa. Milhares de vozes.
Hoje é dia 15 de Outubro de 2009, o Blog Action Day.Tema de 2009 – Climate Changes (Mudanças Climáticas)
A definição do Blog Action Day está disponível no site Oficial: http://www.blogactionday.org/
Blog Action Day is an annual event held every October 15 that unites the world’s bloggers in posting about the same issue on the same day with the aim of sparking discussion around an issue of global importance. Blog Action Day 2009 will be one of the largest-ever social change events on the web.
Pesquisei um pouco sobre mudanças climaticas e computação e tentei achar alguma relação entre os dois. Encontrei alguns artigos interessantes e até um pouco assustadores, mas poucos que pudessem fazer uma relação interessante a publicação de um post para o Blog Action Day sem quebrar o clima “nerd” de computação do meu blog.
Então dois artigos foram mais interessantes:
1 – Novo supercomputador simulará mudanças climáticas globais no Brasil
http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2008/07/15/fapesp-e-finep-investem-em-supercomputador-para-simulacoes-climaticas/
Achei super interessante o Brasil investir dinheiro em computação para realizar as previsões do clima. Isso mostra que o Brasil “já” enxerga que a computação pode ajudar a resolver, ou pelo menos a orientar as tomadas de decisão no meio ambiente.
Essa publicação é de 2008, e pesquisei um pouco mas não encontrei nada novo. Será que saiu do papel?
2 – Computing Climate Change: Just the Tip of the Iceberg
http://www.scientificcomputing.com/article-hpc-Computing-Climate-Change-Just-the-Tip-of-the-Iceberg-063009.aspx
Desenvolvimento de uma plataforma publica (hardware e software) disponível em um portal na WEB para quem quiser “saber” o terrível futuro que nos aguarda.
O primeiro para a mudança na minha opnião, é saber que precisa mudar. Um sistema com esse potencial com certeza ajuda a população a pensar mais sobre como nossos dias de amanhã serão, ajuda os pesquisadores de países com menos recursos como alguns dos países da África a realizar as suas pesquisas e é claro, mais uma área em que a computação avança e mostra sua colaboração para os “dias de amanhã”.
Espero que essa pequena contribuição ajude no nosso Blog Action Day’09, com o espírito do “Um dia. Uma causa. Milhares de Vozes”. #BAD09

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