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	<title>Comentários sobre: Era uma vez um testador</title>
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	<description>Qualidade e Engenharia de Software</description>
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		<title>Por: Tweets that mention The Bug Bang Theory » Blog Archive » Era uma vez um testador -- Topsy.com</title>
		<link>http://www.bugbang.com.br/?p=798&#038;cpage=1#comment-35</link>
		<dc:creator>Tweets that mention The Bug Bang Theory » Blog Archive » Era uma vez um testador -- Topsy.com</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 20:30:49 +0000</pubDate>
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		<description>[...] This post was mentioned on Twitter by Mi Knevitz, Fabrício Ferrari, Camilo Ribeiro, Glasi Cruz, Shai Pardo and others. Shai Pardo said: “O segredo para o sucesso é ser lembrado sempre que tocarem em assuntos da sua área de atuação“. http://bit.ly/ai0KSg [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] This post was mentioned on Twitter by Mi Knevitz, Fabrício Ferrari, Camilo Ribeiro, Glasi Cruz, Shai Pardo and others. Shai Pardo said: “O segredo para o sucesso é ser lembrado sempre que tocarem em assuntos da sua área de atuação“. <a href="http://bit.ly/ai0KSg" rel="nofollow">http://bit.ly/ai0KSg</a> [...]</p>
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		<title>Por: uberVU - social comments</title>
		<link>http://www.bugbang.com.br/?p=798&#038;cpage=1#comment-34</link>
		<dc:creator>uberVU - social comments</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:55:27 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;Social comments and analytics for this post...&lt;/strong&gt;

This post was mentioned on Twitter by FabricioFFC: Era uma vez um testador http://bit.ly/aRAPpC...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Social comments and analytics for this post&#8230;</strong></p>
<p>This post was mentioned on Twitter by FabricioFFC: Era uma vez um testador <a href="http://bit.ly/aRAPpC.." rel="nofollow">http://bit.ly/aRAPpC..</a>.</p>
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		<title>Por: Camilo Ribeiro</title>
		<link>http://www.bugbang.com.br/?p=798&#038;cpage=1#comment-32</link>
		<dc:creator>Camilo Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 01:44:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.camiloribeiro.com/blog/?p=798#comment-32</guid>
		<description>Muito obrigado pela excelente colocação Eduardo.

O seu último parágrafo, assim como o comentário do Fabrício, resume todo o meu texto :)

Sobre presencia esse tipo de coisa, acho que está ficando comum. A velha história, &quot;Sou certificado, sou sênior&quot; não para de crescer. 
Claro que acredito que aquele que busca se certificar, busca conhecimento, estar atualizado e tudo mais, mas &quot;eu&quot; particularmente observo mais se o profissional estuda em engenharia de software em geral, tem o hábito de leitura, lê nossas listas de discussão/blogs do que simplesmente tem uma, duas ou dez certificações.

Não existe nada mais triste do que receber um currículo com um curso superior, algumas experiências e nada de atualizações, como cursos extra curriculares, certificações, cursos de línguas ou participações em projetos e seminários. Mas também é muito estranho receber um currículo com três meses de experiência e uma ou duas certificações.

Outra coisa também, é o &quot;testador de galhos&quot; que devo comentar em um post futuro. Aquele testador que, como comentado por você, muda de empresa por baixos aumentos ou benefícios, e acaba ficando 3 ~ 5 meses em cada experiência. Acho que 3 meses em um projeto médio, não é tempo nem para dominar o negócio, quanto mais para levar a experiência daquela oportunidade.

Nós somos os profissionais que crescem em meio aos problemas. Correr deles é exatamente o contrário do que as organizações esperam de nós, portanto, abracemos os problemas.

Mais uma vez obrigado pelo comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito obrigado pela excelente colocação Eduardo.</p>
<p>O seu último parágrafo, assim como o comentário do Fabrício, resume todo o meu texto <img src='http://www.bugbang.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sobre presencia esse tipo de coisa, acho que está ficando comum. A velha história, &#8220;Sou certificado, sou sênior&#8221; não para de crescer.<br />
Claro que acredito que aquele que busca se certificar, busca conhecimento, estar atualizado e tudo mais, mas &#8220;eu&#8221; particularmente observo mais se o profissional estuda em engenharia de software em geral, tem o hábito de leitura, lê nossas listas de discussão/blogs do que simplesmente tem uma, duas ou dez certificações.</p>
<p>Não existe nada mais triste do que receber um currículo com um curso superior, algumas experiências e nada de atualizações, como cursos extra curriculares, certificações, cursos de línguas ou participações em projetos e seminários. Mas também é muito estranho receber um currículo com três meses de experiência e uma ou duas certificações.</p>
<p>Outra coisa também, é o &#8220;testador de galhos&#8221; que devo comentar em um post futuro. Aquele testador que, como comentado por você, muda de empresa por baixos aumentos ou benefícios, e acaba ficando 3 ~ 5 meses em cada experiência. Acho que 3 meses em um projeto médio, não é tempo nem para dominar o negócio, quanto mais para levar a experiência daquela oportunidade.</p>
<p>Nós somos os profissionais que crescem em meio aos problemas. Correr deles é exatamente o contrário do que as organizações esperam de nós, portanto, abracemos os problemas.</p>
<p>Mais uma vez obrigado pelo comentário.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Eduardo Gomes</title>
		<link>http://www.bugbang.com.br/?p=798&#038;cpage=1#comment-29</link>
		<dc:creator>Eduardo Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 23:01:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.camiloribeiro.com/blog/?p=798#comment-29</guid>
		<description>Camilo,
Achei que o conto representa bem a realidade que vivemos hoje na área de testes.  Parabéns pela criatividade!

Já presenciei situações muito parecidas com as que você descreveu. E o que mais me chama a atenção é que muitas vezes as pessoas trocam de empresa com extrema facilidade e por qualquer pequena diferença salarial que lhes é oferecida.
Não se criam mais vínculos entre as empresas e seus colaboradores, o que prejudica muito os ambientes corporativos; e em um ambiente não propício, fica difícil encontrar motivação por muito tempo. 

Vejo as certificações, assim como os cursos de especialização, como uma excelente oportunidade de nos mantermos atualizados e motivados com aquilo em que trabalhamos. O conhecimento tem um grande poder de motivar as pessoas a sempre buscar mais. 

Mas no momento em que um profissional se qualifica, naturalmente aumenta sua empregabilidade e o mercado passa a disputá-lo com maior intensidade. Esse é um fato com o qual os profissionais precisam aprender a lidar, para que não corram o risco de se iludirem por salários ou benefícios um pouco melhores.

Particularmente, acredito que o que vale mesmo a pena é fazer aquilo por que temos verdadeira paixão, as relações profissionais que cultivamos e a vontade de fazer sempre o melhor.  O sucesso e o retorno financeiro são apenas uma consequência de tudo isso.

Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Camilo,<br />
Achei que o conto representa bem a realidade que vivemos hoje na área de testes.  Parabéns pela criatividade!</p>
<p>Já presenciei situações muito parecidas com as que você descreveu. E o que mais me chama a atenção é que muitas vezes as pessoas trocam de empresa com extrema facilidade e por qualquer pequena diferença salarial que lhes é oferecida.<br />
Não se criam mais vínculos entre as empresas e seus colaboradores, o que prejudica muito os ambientes corporativos; e em um ambiente não propício, fica difícil encontrar motivação por muito tempo. </p>
<p>Vejo as certificações, assim como os cursos de especialização, como uma excelente oportunidade de nos mantermos atualizados e motivados com aquilo em que trabalhamos. O conhecimento tem um grande poder de motivar as pessoas a sempre buscar mais. </p>
<p>Mas no momento em que um profissional se qualifica, naturalmente aumenta sua empregabilidade e o mercado passa a disputá-lo com maior intensidade. Esse é um fato com o qual os profissionais precisam aprender a lidar, para que não corram o risco de se iludirem por salários ou benefícios um pouco melhores.</p>
<p>Particularmente, acredito que o que vale mesmo a pena é fazer aquilo por que temos verdadeira paixão, as relações profissionais que cultivamos e a vontade de fazer sempre o melhor.  O sucesso e o retorno financeiro são apenas uma consequência de tudo isso.</p>
<p>Abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Camilo Ribeiro</title>
		<link>http://www.bugbang.com.br/?p=798&#038;cpage=1#comment-28</link>
		<dc:creator>Camilo Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 17:59:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.camiloribeiro.com/blog/?p=798#comment-28</guid>
		<description>Obrigado pelo comentário, que como sempre, é uma contribuição muito válida.

Acho que todo mundo no começo da carreira, tem pressa em conquistar um alto salário e está disposto a tudo por isso. O caminho mais fácil que a maioria acredita ser um facilitador para isso é a certificação. 
O problema é que quando a certificação se torna um objetivo e não uma consequência, ela é nociva para o profissional e principalmente para a classe, pois profissionais sem a devida capacidade e/ou experiência acabam conseguindo os 75% nas provas, o que reduz o valor do profissional certificado no mercado.
Esse pensamento aliado a uma organização exessivamente competitiva, pode trazer conflitos internos, onde o ego acaba interferindo na qualidade dos profissionais, consequentemente no ambiente e organização. Um livro que estou lendo sobre esse assunto é o &lt;i&gt;Egonomics&lt;/i&gt; ou Fator Ego, do David Marcum e do Steven Smith.

Um amigo meu e um dos mais conceituados arquitetos de software aqui em Minas, o Corélio, comentou no blog dele um artigo chamado &lt;strong&gt;O profissional “Um ano júnior, dois anos pleno e trinta e dois anos sênior”!?&lt;/strong&gt; onde apresenta um cenário muito parecido, também na corrida por altos salários.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelo comentário, que como sempre, é uma contribuição muito válida.</p>
<p>Acho que todo mundo no começo da carreira, tem pressa em conquistar um alto salário e está disposto a tudo por isso. O caminho mais fácil que a maioria acredita ser um facilitador para isso é a certificação.<br />
O problema é que quando a certificação se torna um objetivo e não uma consequência, ela é nociva para o profissional e principalmente para a classe, pois profissionais sem a devida capacidade e/ou experiência acabam conseguindo os 75% nas provas, o que reduz o valor do profissional certificado no mercado.<br />
Esse pensamento aliado a uma organização exessivamente competitiva, pode trazer conflitos internos, onde o ego acaba interferindo na qualidade dos profissionais, consequentemente no ambiente e organização. Um livro que estou lendo sobre esse assunto é o <i>Egonomics</i> ou Fator Ego, do David Marcum e do Steven Smith.</p>
<p>Um amigo meu e um dos mais conceituados arquitetos de software aqui em Minas, o Corélio, comentou no blog dele um artigo chamado <strong>O profissional “Um ano júnior, dois anos pleno e trinta e dois anos sênior”!?</strong> onde apresenta um cenário muito parecido, também na corrida por altos salários.</p>
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	<item>
		<title>Por: Fabrício Ferrari de Campos</title>
		<link>http://www.bugbang.com.br/?p=798&#038;cpage=1#comment-27</link>
		<dc:creator>Fabrício Ferrari de Campos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 17:05:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.camiloribeiro.com/blog/?p=798#comment-27</guid>
		<description>Camilo,

Concordo contigo, quando você diz que &quot;quando pensamos em carreira, não devemos pensar em salários, certificações e títulos, mas sim em experiências, network e conquistas.&quot;.

Salários, certificações e títulos são todos resultados dos nossos esforços e da nossa competência, nunca devem ser objetivos finais.

Um exemplo clássico é em relação a certificações: o importante é que os estudos agreguem na sua carreira e te façam entender melhor a área que você deseja se especializar, e aplicar as melhores práticas no seu dia-a-dia. Se você conseguiu já está ótimo, o certificado é só um &quot;brinde&quot; pelos seus esforços, o grande prêmio mesmo é o conhecimento adquirido.

Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Camilo,</p>
<p>Concordo contigo, quando você diz que &#8220;quando pensamos em carreira, não devemos pensar em salários, certificações e títulos, mas sim em experiências, network e conquistas.&#8221;.</p>
<p>Salários, certificações e títulos são todos resultados dos nossos esforços e da nossa competência, nunca devem ser objetivos finais.</p>
<p>Um exemplo clássico é em relação a certificações: o importante é que os estudos agreguem na sua carreira e te façam entender melhor a área que você deseja se especializar, e aplicar as melhores práticas no seu dia-a-dia. Se você conseguiu já está ótimo, o certificado é só um &#8220;brinde&#8221; pelos seus esforços, o grande prêmio mesmo é o conhecimento adquirido.</p>
<p>Abraços!</p>
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